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GiseteAguiar disse
O autor procura narrar a ascenção política de uma das figuras mais polêmicas da história. Amado e muitas vezes odiado, Napoleão se tornou imperador da França, de 1804 a 1814, sem ter uma gota de sangue azul correndo em suas veias. Fato inédito na História. Foi nomeado general comandante das campanhas francesas na Itália, em Malta e no Egito, por volta de 1790, empreendeu reformas, fez publicar o Código de Napoleão que viria influenciar a organização política e militar de alguns paises, inclusive no Brasil do século XIX e inicio do século XX. Aos 26 anos tornou-se general em chefe, aos 36 Imperador dos franceses, aos 40 foi foi considerado senhor do mundo, deposto aos 44 e faleceu aos 52 anos. Em 1804 ele próprio se coroou imperador e Josefina, imperatriz da França, tomando a coroa das mãos do cardeal. Conquistou a coroa da França sem disparar um só tiro. A sua política exterior foi feita de conquistas, submetendo parte da Europa ao seu comando direto com a nomeação de parentes e irmãos para governar as regiões conquistadas. No auge de suas conquistas foi derrotado pelo general inverno, quando ordenou a invasão da Rússia sem calcular o tempo que levaria para atingi-la e conquista-la. As distâncias muito grandes e as dificuldade de locomoção numa área que, além de desconhecida, era inóspita naquela época do ano às vésperas do inverno rigoroso. Aqui é bom ressaltar que Napoleão Bonaparte foi o primeiro a cometeu esse grande erro. Na Primeira Guerra mundial os aliados o fizeram e a Invasão da Rússia ordenada por Hitler teve no rigor do inverno russo o seu mais forte inimigo. A História não ensina nada quando a palavra de ordem é conquistar a qualquer preço. Na campanha da Rússia Napoleão Bonaparte perdeu 2/3 de seu exército. Depois dessa derrota, em 1814 foi obrigado a abdicar, sendo enviado para a ilha de Elba, muito próxima da Europa para a criatividade de Napoleão. Deixando a ilha, entra na França e é novamente aclamado. No seu retorno teria dito: "A minha política precisa de um golpe brilhamte." Veio a derrota final de Waterloo não havendo tempo para o "golpe brilhante". Foram apenas 100 dias. Dessa vez foi enviado para os confins dos mares, a ilha de Santa Helena onde morreu doente, talvez envenenado, sofrendo dores horríveis, dependente do auxílio de outras pessoas. Tentou fazer jardinagem, sua paixão quando não estava nos campos de batalha, mas as forças lhe faltaram. No dia 5 de maio de 1821, Napoleão Bonaparte deu seu último suspiro depois de 12 horas de agonia. Causa oficial da morte: "Um ciro ulceroso no estomago, junto ao piloro". A lesão teria ocupado 7/8 do seu estomago. Em vida Napoleão Bonaparte jamais ficara doente, mesmo enfrentando todas as intempéries das guerras. Ele jamais ocupara escritórios montados distante dos seus fiéis soldados. É uma boa leitura até para àqueles que não lhe tem nenhuma estima e admiração.
em 15 Out, 2005 - Para responder identifique-se - Comunicar